A vida não é justa; é só observar a natureza, seus fenômenos, dinâmicas e leis sistêmicas.
A seleção natural, a loteria genética, o acaso, a sincronicidade e sobretudo a aleatoriedade nos colocam em um jogo injusto, visceral e enlouquecedor.
Somos fabricados e condicionados para sobreviver e se tivermos “sorte” obteremos alguns valores “humanos e monetários”.
A religião, a moral, a ética, a filosofia, a política e todas as ciências nos fornecem diretrizes e regras para o coletivo, para a lei e a ordem, onde o homem moderno cria seus “jogos” conscientes e inconscientes para estabelecer posições, méritos, perdas e ganhos.
De forma simples e questionável, a sociedade se constrói como a lei natural da vida, não podemos escolher o jogo, não podemos escolher as regras, só podemos, cada um a seu modo, com seus recursos, escolher como vamos jogar.
Nenhum homem isoladamente pode mudar o jogo ou as regras, as pequenas adequações ou modificações foram estabelecidas ao longo de toda existência humana, ou seja, certamente não será você “militante” da internet que irá mudar sozinho as perspectivas de como é regida essa orquestra que chamamos de realidade.
Os estudos de marketing e comportamento me fizeram mais prática, mais realista e até mesmo mais resignada frente os ímpetos juvenis acerca da “injusta vida” que me colocou para disputar um lugar à sombra com uma filha de papai qualquer e seus diplomas de Harvard, recém chegada do intercâmbio, falando três línguas e com todo capital visual e recursos impossíveis de listar aqui.
Quando desistimos de mudar o jogo, mudar as regras e focamos em como podemos nos adaptar e aprender a jogar melhor, estamos mais aptos a buscar resultados.
Você é seu maior oponente!
A arquibancada está pronta para ser encantada!
Você pode buscar aliados.
Você pode aprender a observar e antecipar os movimentos.
🖤♟️ Qual posição você quer ocupar!?